Primeiro Turno retorna às atividades na Ford

22/06/2020
Cerca de 3 mil funcionários do Complexo Ford retornaram à fábrica na última quinta-feira (18), após mais de dois meses do fechamento da unidade por conta da pandemia, fruto do calendário de negociação entre a empresa e o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, Júlio Bonfim.
Os trabalhadores do primeiro turno passaram por um treinamento durante dois dias, para adoção de medidas preventivas de contenção ao novo Coronavírus dentro das instalações da montadora, e desde segunda (22) retornaram de fato às atividades. Os Segundo e Terceiro turnos devem retornar apenas em julho.
A negociação que resultou na suspensão das atividades no Complexo Ford tem sido marcada pela luta do STIM Camaçari em garantir proteção à vida e à saúde dos trabalhadores. Neste momento tem se mostrado mais uma vez fundamental o acordo fechado pelo Sindicato, que assegurou 4 anos de estabilidade coletiva, o que está fazendo a diferença num momento crítico como esse. “O Acordo foi importantíssimo para que o trabalhador ganhasse agora proteção durante momento de instabilidades como esse. Por isso, está sendo fundamental para garantir o emprego e os direitos da categoria”, explica Júlio Bonfim.
Numa hora de ameaça à saúde e ao emprego do trabalhador em todo mundo, os dirigentes sindicais reafirmam ainda a importância da manutenção do emprego.
Por isso, se coloca sempre durante as negociações com Complexo Ford em defesa do Terceiro Turno, que representa milhares de postos de trabalho. Essa é uma bandeira permanente dos metalúrgicos.
O presidente o Sindicato tem reforçado junto à empresa a importância de garantir um retorno seguro para os funcionários, com cuidados com a saúde e bem-estar de todos, com cumprimento e respeito às normas e às regras da organização Mundial da Saúde de retorno ao trabalho. Evitando, assim, focos de transmissão e contágio dentro da fábrica.
Presidente do Sindicato quer que os trabalhadores sejam testados
Desde o primeiro momento, o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari tem pressionado e cobrado a Ford para que possa testar todos os trabalhadores contra a doença, através do PCR, que identifica o vírus ativo no corpo. Por enquanto, a Ford não testou os seus trabalhadores. Mas, o retorno seguro ao trabalho depende da testagem de trabalhadores, para que se possa ter uma ideia da parcela de funcionários ora contaminados e quais estratégias, a partir daí, devem ser montadas de enfrentamento à doença.
O presidente do Sindicato, Júlio Bonfim, a Ford precisa fazer o exame entre os trabalhadores, que por sinal é coberto pelo próprio plano de saúde. “Estamos alertando a Ford nas reuniões que é indispensável que inicie o quanto antes os teste nos trabalhadores, para que a volta ao trabalho ocorra sem problemas de agravamento da doença. Nosso compromisso é com a saúde do trabalhador”, diz Júlio Bonfim.

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